São criadas com alma. Nossos corações são colocados em cada peça fabricada!

TECNOLOGIA
Os shapes são criados através do software Shape3D.
Esta ferramenta representa o futuro e é o que há de mais avançado na arte do shape à nível mundial.
Com o software é possível conceber a prancha antes, no computador, de acordo com as características e preferências dos clientes, testar parâmetros de hidrodinâmica, volume, dimensões e só depois iniciar o processo de produção.
Esta tecnologia nos permite produzir pranchas mais adequadas para cada cliente.

O PROCESSO
O processo de fabricação envolve técnicas de construção naval, marcenaria, carpintaria e, é claro, a arte e conhecimento de shapear uma prancha.
As pranchas são construídas com a técnica conhecida como "Hollow Wooden", ou seja, possuem o interior oco, com uma estrutura de sustentação que lembra a asa de um avião.
Por se tratar de madeira natural, as pranchas podem apresentar variações de tonalidades, veios e nós, o que torna cada prancha única.
A resistência se concentra na superfície e a colagem das bordas adiciona resistência longitudinal, deixando as pranchas extremamente resistentes e leves.
Como a prancha é oca necessita de uma válvula que controle a pressão interna, evitando que o ar contido no interior se expanda e danifique a estrutura.
O revestimento se dá com laminação em tecido de fibra e resina epóxi e o acabamento pode ser polido ou fosco.



PERFORMANCE
Uma prancha de madeira não é uma simples prancha. Elas possuem todos as funcionalidades hidrodinâmicas que as pranchas convencionais, porém, surpreendem pela suavidade dos movimentos, a estabilidade, a projeção e a velocidade gerada na onda. Funcionam em todas as condições e seu melhor desempenho se dá nos mares “clássicos”.
Seja uma shortboard, um longboard ou um stand up paddle, a experiência de utilizar uma prancha de madeira é única e indescritível. Todo surfista deve ter uma no seu quiver.

SUSTENTABILIDADE
A CRIXO é a primeira e única fábrica de pranchas do Brasil a receber a certificação máxima da SUSTAINABLE SURF, entidade sediada na Califórnia (USA) e que tem programas mundialmente reconhecidos, entre eles o ECOBOARD.
Para obter a certificação ECOBOARD GOLD LEVEL, que premia os principais fabricantes de pranchas sustentáveis, é necessário cumprir uma série de requisitos relacionados à quantidade de materiais reciclados e/ou de origem biológica, as estratégias mais eficazes para produzir as pranchas com a real redução do impacto ambiental e auditoria anual das instalações da fábrica.
O Projeto Ecoboard foi desenvolvido para ajudar as pessoas a escolher uma prancha de surf sustentável de alto desempenho feita com os mais recentes avanços em química verde e materiais renováveis, que podem reduzir drasticamente o impacto ambiental e tóxico da prancha de surfe no meio ambiente.


A resina epóxi N213 Bio da Nanopoxy é uma resina epóxi modificada, com 54% de sua estrutura formada por moléculas de origem biológica.
Esta resina obteve o certificado de produto de base biológica do United States Departamento of Agriculture (USDA), Product Label Id 7589, ela não apenas permite soluções sustentáveis, mas também melhora as propriedades anticorrosivas, a flexibilidade, a adesão e a resistência inicial à água.
As pranchas com estes selos atestam a utilização de materiais mais sustentáveis provenientes de cadeias de suprimentos responsáveis e fabricadas com processos aprimorados.
E como entra a sustentabilidade nas pranchas? Primeiramente, a madeira que serve de base para toda nossa produção das pranchas vem da árvore Paulownia, que é uma espécie nativa da região asiática e, no Brasil o manejo é regulado pelo Ibama. A peculiaridade é que esta arvore pode ser cortada por diversas vezes em seu ciclo de vida, o que a deixa com mais força. Na sequência, a madeira que não é aproveitada na fabricação das pranchas combinada com outras madeiras, muitas vezes garimpadas nas ruas, dá origem a outros produtos, como os remos, as quilhas, as raquetes de frescobol, entre outros.
O resíduo (serragem) é biodegradável, podendo ser reciclado ou absorvido pelo ambiente como adubo orgânico ou digerido por insetos, como cupins e formigas.
Como comparativo, uma prancha pequena comum pode gerar em torno de 7kg de resíduos tóxicos e entre 170kg e 250kg em emissão de CO2 em todo o processo de fabricação. Isso significa que uma arvore da mata atlântica levaria mais de 20 anos para absorver o CO2 gerado por uma única prancha de surf.
A indústria das pranchas de surf é dominada, praticamente, por matérias-primas e práticas altamente nocivas. Os surfistas precisam se engajar neste movimento sustentável, pois, atualmente, contribuem em grande escala para a degradação dos oceanos que possibilitam o seu esporte.


DURABILIDADE/ CUSTO BENEFÍCIO
Devido ao método de construção e a alta resistência das fibras das madeiras as pranchas são extremamente duráveis, mantendo suas características funcionais e estéticas por muito mais tempo, valorizando o seu investimento.
DURABILIDADE/ CUSTO BENEFÍCIO
Devido ao método de construção e a alta resistência das fibras das madeiras as pranchas são extremamente duráveis, mantendo suas características funcionais e estéticas por muito mais tempo, valorizando o seu investimento.
